Novo toca-fitas MP3. O que é isso?

Nesse artigo queria falar um pouco a respeito do uso do capacitor como acoplamento entre estágios. O capacitor é um componente que deixa passar os impulsos alternados, ou seja CA.

Porém a componente DC, como chamamos, não transita. Dessa forma, ele é um componente muito utilizado em áudio. Veja que esse é tão somente uma das aplicações do capacitor.

Nesse vídeo que mostro logo abaixo ainda estou na tarefa de usar um rádio FM com CD como sucata para retirar componentes e materiais para construir outros projetos.

Nesse vídeo eu ligo o MP3 a entrada do tape deck. Porém aproveito a oportunidade para fazer um pouco sobre o capacitor de acoplamento. O capacitor utilizado nesse exemplo foi um de poliéster cujo valor é de 100nF.

Veja que o capacitor deve ser ligado em série e não em paralelo. Com o uso dele temos garantias de que a componente DC não irá transitar entre os aparelhos, somente música. Assim, digamos que caso o tape deck apresente algum defeito não irá queimar com facilidade o MP3 ligado na sua entrada.

Assista o vídeo e aproveite para se inscrever no canal.

 

Meu nome é Alex Baroni. Sou músico e professor do curso de eletrônica para áudio – Curso Baroni.

Você vai fazer Scratching como nunca imaginou

Muitas coisas são possíveis de serem construídas desmontando outros equipamentos. Para os que não sabem, estou com a tarefa de desmontar um som AM, FM, tape e CD e dele construir várias coisas. A proposta também não é sair construindo qualquer coisa. Afinal, vamos seguir a linha
dos inventos do canal e aqui do site.

Essa próxima invenção utiliza um cabeçote de leitura do tape deck. Trata-se de uma montagem extremamente simples de realizar e mesmo os iniciantes na área conseguirão fazer sem nenhuma dificuldade. Afinal, nesse caso o único componente usado é a cabeça de leitura.
Esses cabeçotes podem ser estéreo ou mono. Os do tipo estéreo possuem normalmente 4 terminais e os mono, 2 terminais. Esse rádio que estou desmontando é do tipo estéreo.

O cabeçote de leitura consegue ler sensores magnéticos de quaisquer tipos. Afinal, ele foi idealizado para esse tipo de leitura. Assim sendo vamos soldar um plugue P10 fêmea em 2 dos terminais do cabeçote. Se ele for estéreo, escolha um dos canais. Depois vamos ligar esse jack no amplificador.
Vamos reproduzir um som que se parece em muito com a mixagem de um DJ fazendo o disco de vinil ir para frente e para trás com as mãos. Porém o nosso “disco” será um cartão magnético. Você pode usar qualquer cartão, seja crédito, débito… . Agora use algo que já não seja mais válido para acessar seu banco, por exemplo. Afinal, existe grande chance de você danificar seu cartão nesse projeto.

Para tirar som da coisa toda, basta passar a tarja magnética do cartão sobre o cabeçote e pronto!

O resultado sonoro é bem interessante e se utilizado por um DJ com prática saberá explorar bem o efeito.

Para ficar melhor, eu fiz um vídeo sobre o assunto. Veja na prática a construção e não deixe de se inscrever no canal.

 

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O paquímetro é muito fácil de ser usado. Quer ver?

O paquímetro é um instrumento utilizado para realizar medições precisas. Acontece que algumas vezes uma régua não nos fornece uma precisão acentuada. Na régua tradicional a menor definição que podemos alcançar está ligada aos milímetros. Sendo que se a medida ficar entre os 2 traços dos milímetros não temos condição de afirmar exatamente essa medida.
Para isso existem outros instrumentos mais precisos como o paquímetro. Com ele podemos medir a espessura de fios, de placas, de terminais de componentes. Enfim, trata-se de um instrumento que ajuda demais na bancada de eletricidade e eletrônica. Assim sendo, é importante você saber utilizar um instrumento desses.

O seu uso é simples e você não terá maiores dificuldades. Para facilitar ainda mais esse processo eu gravei um vídeo onde mostro o instrumento, falo seus componentes e depois exemplifico como realizamos a medição.
Assiste o vídeo e depois deixa seu like. Ah, e se inscreve no canal.

 

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Antigamente a eletrônica era assim…

A eletrônica mudou muito nos últimos 70 anos. Há 70 anos atrás a válvula ainda era a dona do pedaço. Sim, o transistor já existia, porém ele ainda perdia terreno para os “tubos de vidro”. Nesse período existiam também os grandes transformadores elevadores de tensão. Afinal, para as válvulas funcionarem era preciso aumentar a tensão alternada da rede elétrica para valores na casa dos 300 a 450 Volts. Tudo dependia da polarização necessária de cada circuito valvulado.

Os amplificadores precisavam também dos transformadores de saída. Afinal a saída da válvula possui uma alta impedância que não casava com a impedância dos alto-falantes que é bem mais baixa.
Uma grande empresa presente em solo nacional produzia transformadores para equipamentos valvulados, a Willkason.

Mas não pense que os valvulados morreram. Na verdade eles estão mais vivos do que nunca. Falando especificamente de amplificadores de instrumentos musicais, encontramos uma série de grandes empresas que ainda utilizam válvulas. Na verdade se você quiser montar um amplificador valvulado em casa é possível. Eu mesmo já montei vários. Os componentes você encontra para comprar em sites especializados na internet. Não adianta procurar em lojas físicas, pois será muito difícil você encontrar componentes daquela época.

Os transformadores de saída, por exemplo, não são mais encontrados tão facilmente. Mas várias pessoas passaram a enrolar os mesmos e comercializar na internet. Através das revistas de eletrônica da época, conseguimos ter uma noção mais precisa desse período. Nas revistas encontramos não só artigos, mas o circuitos que representavam bem as suas épocas. Eu tenho literalmente centenas de revistas de eletrônica. Cada uma delas ainda guardo com muito carinho. E não só isso, elas me servem de material de consulta. E você?

Possui muito material impresso antigo? Deixa seu comentário logo abaixo.
Ah, para falar mais um pouquinho sobre esse tempo também gravei um vídeo. Ficou show. Assiste aí.

 

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Como calibrar o seu ESR

Atenção ESR é um parâmetro do resultado de um teste de componente. Mas esse parâmetro vem sendo usado de forma a mencionar o Testador de Componentes que vou falar aqui nesse texto e vídeo. Assim, você fica sabendo sobre o que se trata e fica fácil procurar no Mercado Livre e outros sites para a compra, pois eles mencionam muitas vezes como só ESR.

Já falei tempos atrás sobre o ESR. Esse instrumento é fantástico e com ele podemos realizar uma série de diferentes medições. Um instrumento que todo mundo deve ter na bancada de eletrônica. Com ele podemos pegar um componente qualquer e o mesmo identifica uma série de parâmetros do mesmo. São identificadas informações como polaridade, tipo do componente, valor do componente entre outras informações.

Mas existe uma coisa a mais e muito importante no uso do ESR. Esse instrumento é capaz de ser calibrado. Dessa forma, existe uma rotina que realiza um auto teste e o seu ajuste de ponto ideal de funcionamento. Para realizar esse ajuste precisamos de três pequenos pedaços de fio.

Eles devem ser unidos em uma das pontas e as outras três pontas devem ser introduzidas no ESR nos furos 1, 2 e 3.

Após essa etapa basta pressionar o botão do ESR que ele iniciará o procedimento de calibragem.

Tudo será exibido no display de LCD conforme o andamento do processo. Mas antes de iniciar é importante você já separar um capacitor cujo valor seja maior do que 100 nF, pois ele será solicitado em determinado momento durante a calibração.

Veja também que durante o ajuste em um dado momento será necessário retirar os fios do curto circuito para logo depois ser possível inserir o capacitor. O ajuste é simples e bem orientado através das instruções mostradas.

Mas para esclarecer todas as possíveis dúvidas fiz um vídeo onde explico e mostro o passo a passo para realizar esse ajuste. Assista, curta o vídeo e se inscreva no canal.

 

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Conserto Caixa SOM EDIFIER. Ficou nova!

Tempos atrás minha esposa ligou uma caixa de som (EDIFIER) na tomada de 220 Volts. O problema é que o aparelho era para uma tensão de 127 Volts. Bom, o resumo da história você já sabe, queimou. Ou seja, parou de funcionar.

Então fui procurar o defeito para consertar a mesma. Minha ideia inicialmente era focar na fonte de alimentação. Afinal, antes de chegar no circuito de amplificação há necessidade de alimentar o mesmo.
Abri o equipamento e fui logo procurando o transformador. Achei! Nessa hora pensei, quero medir o que está saindo dele. Minha intuição estava nele. Porém ao mexer nos fios vi um pedaço envolto por espaguete termo retrátil. Peguei uma tesoura e comecei a cortar o mesmo. Então para minha surpresa encontrei um fusível.

Após medir o mesmo com o uso do multímetro verifiquei que o mesmo estava queimado. Embora seu valor nominal fosse bem diferente dos comercialmente encontrados, substituí por um de valor próximo.
Resultado foi que tudo funcionou perfeitamente. Som na caixa. Curte o passo a passo no vídeo a seguir.

 

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Você não imagina tudo o que é possível fazer com um som antigo

Com esse vídeo iniciei uma série de vídeos onde vou explorar uma série de possibilidades sobre o que fazer com um mini-system antigo. Esse som possui rádio AM e FM, toca-fitas e CD. A proposta é desmontar esse equipamento e montar outros equipamentos com os componentes
retirados.

Nesse primeiro vídeo transformei o som (ainda não muito desmontado) em um amplificador de guitarra. Para realizar o processo primeiro era preciso que o toca fitas estivesse funcionando adequadamente. Na verdade não precisava necessariamente que o mecanismo rodasse a fita, mas
sim que o amplificador dele estivesse funcionando.

O próximo passo foi retirar o cabeçote de leitura. Um rádio como esse também possui a função de gravador e por isso ele tem um cabeçote de gravação. O cabeçote de leitura é o que se localiza na área central do aparelho.

Para retirar ele uma pequena chave de fenda resolve facilmente. Com cuidado corte os fios que ligam a cabeça de leitura. Nesses fios é que iremos ligar a guitarra ou outro equipamento. Se o som for estéreo você vai ter 4 fios ou 5. Por vezes existe um fio de terra que liga na carcaça do cabeçote de leitura.
O resultado você pode conferir no vídeo abaixo. Vai lá e se inscreve no canal.

 

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Novo Testador de Componentes. Se você nunca ouviu falar não perca essa chance

Atenção ESR é um parâmetro do resultado de um teste de componente. Mas esse parâmetro vem sendo usado de forma a mencionar o Testador de Componentes que vou falar aqui nesse texto e vídeo. Assim, você fica sabendo sobre o que se trata e fica fácil procurar no Mercado Livre e outros sites para a compra, pois eles mencionam muitas vezes como só ESR.

ESR é um aparelho essencial na bancada de eletrônica. Vamos supor que você tenha um componente nas mãos, mas não saiba do que se trata. Digamos que você tem em mãos um capacitor e ache que
é um varistor. Então você pega o seu ESR e insere os terminais desse componente. Aperta um botão e voilá. O ESR lê o componente e identifica uma série de informações sobre ele no display de cristal líquido.
Mesmo que você tenha um multímetro, toda a quantidade de informações mostradas no ESR superam as que você conseguiria nesse primeiro instrumento. O ESR funciona com uma bateria de 9 Volts.

Inclusive é importante que a mesma esteja nova, com uma boa tensão. Pois de outra forma o aparelho não ligará ou pode apresentar instabilidades. É claro que você também pode construir uma fonte externa para alimentar o ESR. Eu mesmo estou preparando uma adaptação nesse sentido.
O display de cristal líquido na cor verde é muito bom para as leituras. Além de tudo ele é iluminado.

O único cuidado fica por conta do dispositivo para a inserção dos terminais do componente. Ele deve ser manuseado com cuidado para evitar que estrague. Meu conselho é para não fechar completamente a trava sobre o componente.

Um detalhe muito importante é que não testei (e não vou testar isso!) se a bateria de 9 Volts pode ser invertida sem levar a queima do aparelho. Sei que os terminais não entram se invertidos, mas uma vez que encostar nos terminais de forma contrária já pode bastar para queimar o aparelho.
Para ficar tudo muito mais claro, eu filmei um vídeo explicando o funcionamento do ESR. Veja aqui.

 

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Você pode estudar eletrônica online facilmente

Você quer fazer um curso de eletrônica? Fica se perguntando a respeito dos componentes, como funcionam, qual a razão de estarem ali? Eu posso te ajudar respondendo essas e várias outras perguntas. Eu, Alex Baroni, ministro aulas de eletrônica. Atualmente as aulas ocorrem de forma presencial, mas estou gravando as aulas para disponibilizar de forma online.

Embora a informática tenha nos dias atuais um papel fundamental, a eletrônica ainda está muito presente. É fato notório que com a informática os processos ficaram mais simples. Posso explicar melhor.

Vamos imaginar um cenário. Digamos que a gente precise montar um dispositivo que ligue e desligue lâmpadas para montar um painel eletrônico que escreve letras e números. Ou seja, acendendo e apagando as lâmpadas “escrevemos” a informação.

Fazer isso só com eletrônica, sem informática, é um trabalho extremamente grande. Vamos praticamente montar um cérebro eletrônico para receber os inputs (frases) e escrever elas acendendo e apagando as lâmpadas.

Agora envolvendo a informática a coisa fica muito mais simples. Um programa (software) é desenvolvido para receber os textos, armazenar eles, repetir em sequência. Diretamente do computador precisamos de um circuito de driver que irá acender e apagar as lâmpadas através da USB, por exemplo.

Ficou tudo muito mais simples. Sem entrar em muitos detalhes, podemos ver o quanto a informática ajudou nosso dia a dia. Porém conhecer eletrônica ainda é preciso. Pois sempre haverá uma interface entre os dispositivos.

Estudar eletrônica através de um curso de eletrônica direcionado, torna tudo muito mais simples e fácil para o aluno. Eu também acredito muito na questão prática. Na minha opinião quando o aluno vê as experiências de forma prática a compreensão por parte dos alunos fica muito mais fácil.
É isso. Quer fazer um curso de eletrônica comigo? Entre em contato.